DanaPeper's Blog


Jukebox: The Cure
setembro 23, 2009, 12:03 am
Filed under: música | Tags: , , ,

Ok, ok. Quem sou eu pra falar do The Cure, né? Apenas mais uma fã babona pra vir ressaltar o quanto é bom. Nesses últimos dias quando o Dudu tava viajando pra Blumenau eu meio que cai na deprê de saudade e coloquei as mp3s do The Cure pra rodar, ai já viu, voltou o vício nos caras outra vez! Confesso que não faz tanto tempo assim que trombei com eles, eu tinha as músicas mais conhecidas (Close to me, Just like heaven…), mas eu não sabia da história, nem tinha a discografia dos moçoilos, acho que faz pouco mais de uns dois anos que conheci  a fundo a banda e acabei me tornando fã de carteirinha!

Pra quem não sabe (o que eu duvido) o The Cure é uma banda inglesa que nasceu na década de 70 com o intuito de dar uma nova cara pras músicas do David Bowie e Jimi Hendrix e pouco tempo depois, eles começaram a produzir o seu próprio material que tinha como principal influência do recém-nascido punk rock. Mas antes deles imaginarem ter seu merecido sucesso, a banda passou por muitas modificações, entre elas de nome (de The Obelisk pro Easy Cure e só ai pro The Cure) e integrantes. A bem da verdade que o único que ainda continua desde a década de 70 é o meu queridissimo Robert Smith!

The Cure tem um rock gótico, com letras melancólicas e poéticas, um apelo sombrio e obscuro, por assim dizer.  A melodia muda muito de acordo com o período dos discos, mas não se assuste se você estiver ouvindo um som animadinho enquando a letra é pura tristeza, é bem típico no som da banda.

O Rob (ííííííííííííííííntima) diz que foi muito influenciado pelos Beatles (ok, quem não é? Melhor banda de todos os tempos tem esse poder né gente?), Jimi Hendrix, David Bowie, Alex Harvey… E apesar dele ter essa cara de quem a qualquer minuto vai cortar os pulsos e pagar de emuxo, ele diz que a imagem não representa como ele realmente é, ou pelo menos não o tempo todo, ele escreve quando está se sentindo deprimido e por isso as letras são do jeito que são. Então Dona Mary Poole, esconda o Valium do maridíssimo pra ele continuar escrevendo tantas músicas legais, ok?

Melhor disco na minha opinião? Olha, sinceramente eu sou muito dividida entre Desintegration (1989) e Boys don’t cry (1980), pra mim são as duas obras primas do Robert Smith The Cure.

O último disco da banda foi lançado ano passado e se chama 4:13 Dream. Confesso que os discos durante e depois da década de 90 eu meio que não ouvi direito, não consegui me prender em quase nenhuma música, mas em compensação tudo dali pra baixo é completamente viciante pra mim.

Meu momento protofalei é que eu acho o Robert Smith hot nos anos 80, ok?

E depois do pulo, playlist de 15 músicas preferidas (que foi difícil no último escolher) da mocinha aqui! \o/

Playlist

1. Fascination Street (Disintegration, 1989)

2. From The Edge of The Deep Green Sea (Wish, 1992)

3. One Hundred Years (Pornography, 1982)

4. Love Song (Disintegration, 1989)

5. The Caterpillar (The Top, 1984)

6. In Between Days (The Head on the Door, 1985)

7. Boys don’t Cry (Boys don’t Cry, 1980)

8. Let’s go to Bed (Japanese Whispers, 1983)

9. Jumping Someone Else’s Train (Boys don’t Cry, 1980)

10. The Walk (Japanese Whispers, 1983)

11. A Forest (Seventeen Seconds, 1980)

12. Why Can’t be with you (Kiss Me Kiss Me Kiss Me, 1987)

13. So What (Three Imaginary Boys, 1979)

14. Just Like Heaven (Kiss Me Kiss Me Kiss Me, 1987)

15. Pictures of You (Disintegration, 1989)

* Single Bonus: Charlotte Sometimes (1986)

* Informações e curiosidades: Wikipédia.

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9 Comentários so far
Deixe um comentário

Aaaaahn bom! Se não tivesse in between days, já ia reclamar.
Algumas dessas ai entraram na trilha sonora da minha festa de aniversário nesse sábado, junto com acdc, metallica, the doors, the clash, led zeppelin, etc. Mas in between ainda é disparada minha favorita deles.

Comentário por Ricardo Jevoux

Nossa!!! Que trilha do seu niver ein Ricardo? A minha favorita de todas é a fascination street! 😀

Comentário por danapeper

Já ouvi muito The Cure, adorava na minha adolescência.

Comentário por pammachado

Tão linda de Ginha ouvindo The Cure na ausência do Dudonildo!! E na minha ausência ouviu o q, hein???? Katylene me disse q você ouviu CALYPSO!!!! iuhuuuuuu

Amo muito!

Comentário por Ginha

Nunca fui muito fã, talvez por não conhecer a banda. É que, sei lá, não tenho muita paciência para bandas que são tão cultuadas. Acho que por isso nunca gostei do Nirvana. Mas enfim, passei a respeitá-los mais depois que vi Nick And Norah’s Infinite Playlist. Já viu? MTO fofo.

Comentário por Atalija

Caramba, é a minha banda predileta ao lado de NIN e Dark Tranquillity. Charlotte Sometimes é divina. Underneath the Stars e Perfect Boy do último álbum são excelentes. Você já escutou Charlotte do disco Concert de 1983 (acho)? É a melhor versão!

Comentário por Gabriel

Adoraaaava isso!!! A depressão era uma coisa tão linda de viver antes do emo!!

Comentário por ullissima

Poise, emos, devolvam nossas coisas!! :~

Comentário por danapeper

Quanto a mim, o Cure, para além de ter explodido no meio alternativo, também deixou a semente para o apuramento do gótico! Não gostei muito do “4:13”, por exemplo, mas, sempre que posso, passo os ouvidos pelos discos do Cure, sobretudo os mais antigos. É interessante ver como eles conseguem se reinventar e abrir um novo capítulo, quando todo o mundo pensava que já não poderiam dar muito mais. Gostei de uma matéria que achei na web que fala justo disso. Dê uma olhada nesse site:
http://cotonete.clix.pt/

Comentário por Ana Mendonça




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