DanaPeper's Blog


Seu co-piloto eu sou
dezembro 14, 2011, 10:18 pm
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Presente do Dudu, nem precisa falar que amei né? :*

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nerd pride
fevereiro 11, 2011, 1:05 am
Filed under: fotografia, nerdelancias, pessoal | Tags: , , ,

 

 

bye, bye!



RNPG!
março 31, 2010, 11:24 am
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Oláááá a todos os potiguares que gostam de RPG e frequentam esse espaço onde eu só falo besteira! Tudo bom com vocês? Estou aqui para divulgar o maior evento de RPG que o pessoal daqui está disposto a fazer! Eu vou estar lá, farfalhando as minhas orelhas de elfa (sim, eu adoro me fantasiar e provavelmente vou aproveitar o evento para fazer cosplay de alguma coisa, claro!) pelo Lagoa Center nos dias 29 e 30 de maio! Vamos ao cartaz?

Obviamente eu escolhi o cartaz do bárbaro com suas costas definidas para limpar a vista, mas eu achei que esse bárbaro tá meio magrinho ein galera do RNPG?



Ser nerd é lindo?
março 2, 2010, 1:00 am
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Sou só eu ou todo mundo percebeu que agora a moda é ser nerd/geek? A banalização desses termos me incomoda profundamente, pois já vi varias pessoas que usam o termo “nerdar” pelo simples fato se saber usar essa ferramente chamada de internet. Por favor gente, se agarrem no colchão e pulem das suas janelas, pois eu tenho uma coisa muito triste pra dizer: passar o dia todo conversando sobre o show MARA (not!) de Bruno & Marrone no msn, criar orkut fake pra ficar de olho nas biscates que deixam scraps pro seu namorado e usar facebook só porque é moda, não é ser nerd!

Se você não sabe diferenciar um jedi de um sith, se você não sabe o que é um mangá, se a palavra “adamantium”pra você não significa nada e se você  acha que existem dados  só de 6 lados, meu amor, você não é nerd…Você pode até pesquisar o que foi que eu acabei de dizer pra impressionar o seu coleguinha mala que jura que vocês são os seres mais descolados do mundo por estar dentro da modinha, você vai continuar não sendo um nerd!

O pior de tudo, é que eu tinha uma outra abordagem para fazer esse post, ai eu fui pesquisar pra falar das origens, principais nerds e tals. Ai o que eu acho? MANUAIS DE COMO SER UM NERD! Minha gente pelo amor de Yoda, você não-nerd precisa ler um manual pra se tornar um nerd? Perdoe, mas foi demais!

Você não se torna nerd por fazer tudo que um manual ridículo (e muito errado, diga-se de passagem) manda você fazer! Quem escreve essas porcarias com certeza  não é nerd e está preso aquela visão patética que os filmes americanos oitentistas enfiaram na cabeça da gente de que todo nerd tem que ser tímido, usar um óculos fundo de garrafa, não ser popular e ser o primeiro da classe.

Eu fiquei besta quando eu li coisas como: “nada de ir pra baladas“, “sentado na primeira carteira da sala“, “vocabulário impecável“, “andar de cabelo de lado com gel” e “ser um santo“! Os coitados não poderiam estar mais enganados… Eu mesma sou uma nerd assumida que adoro uma festa e beber, nunca fui CDF e de dez frases que eu falo, pelo menos uma vem acompanhada de um “caralho” ou “porra”.

Ai quer dizer que só porque eu sou nerd eu preciso ser um cruza de Chiquinha com Primo Itch? Me maquiar antes de ir pra minha sessão de RPG, comprar aquele conjunto de sapato e bolsa escândalo pra ir pro cinema assistir Iron Man II e beber no bar com meus amigos de Call of Duty 4 me faz ser menos nerd? Me faz ser uma patricinha por acaso? Me poupe!

Eu não sei quem foi que disse que ser nerd se aprende com o tempo, que se você viver assim e assado, mesmo sem gostar, você vai ser um nerd. Minha gente, acordem! Ser nerd é ter um estilo de vida sem precisar seguir manual! É gostar de jogar no seu console preferido algum Rock Band, é assistir a triologia de Star Wars pela décima vez já marcando quando será a décima primeira, é você tentar decifrar aqueles malditos simbolos japoneses enquanto olha as ilustrações do seu mangá preferido porque não teve paciencia de esperarem traduzir! E se divertir fazendo tudo isso a cima, sem se cobrar por você ser uma coisa que você não é!

E finalizando, ser nerd é lindo sim! Pelo menos para os nerds! 😉



Estrada da Perdição: Só o começo…
dezembro 1, 2009, 2:09 am
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Eis que depois de muito prometer, eu vou explicar um pouco mais pra vocês do que eu de vez em quando falo em alguns posts quando cito o nome “Estrada da Perdição” ou EdP. Esse é o nome do RPG que foi criado pelo Dudu – meu namorado e narrador – para os jogos de domingo, que é uma mistura Need For Speed, GTA e Sons of Anarchy com pitadas de drama, romance e muita comédia!

Nesse post eu vou dar um resumo do começo de tudo e falar um pouco dos personagens principais dessa história que foi eleita por mim um dos melhores RPGs que eu já joguei.  Pretendo fazer mais posts com o desenvolvimento da história, até para os jogadores (eu e Yuri, e se Gabriel quiser recordar) lembrarem das coisas já vividas pelos seus personagens! Vamos lá?

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Minha primeira experiência com RPG

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Pra quem não sabe, RPG (Role-playing game) é um jogo de interpretação de personagens que eu, religiosamente jogo todos os sábados  (alô? Petras? Cadê os jogos dos sábados?) e domingos de alguns anos pra cá! Mas o que eu me liguei quando eu comecei a ver e entender o RPG é que eu já joguei isso a muitos anos atras, quando eu era bem mais nova e nem sabia que o que eu estava fazendo era jogando o tal do RPG…

Bem, irei escrever aqui nesse blog o que eu contei pra poucas pessoas, sobre o que eu “jogava” naquele tempo. Não me considerem louca, ok? E riam com moderação.

Quando eramos crianças, eu e minha vizinha (Oi Tássia!!) bolamos uma historinha que chamavamos de “a brincadeira”, onde nela colocavamos os nossos principais ídolos do momento e interpretavamos como eles seriam se por acaso eles não fossem famosos. Começamos com um grupo pequeno de “personagens”, que eram os Beatles e mais alguns agregados (Eric Clapton, Mick Jagger, Brigitte Bardot, Robert Plant, as beatles girls…) onde nós duas dividiamos eles em dois grupos que ficava um para mim e outro para ela “criar” (fazer bibliografia, achar fotos, referências…). Quando todas as nossas anotações estavam prontinhas, com a biografia de cada personagem, recorte de revistas (naquele tempo não tinhamos nem computador, avalie internet, então vocês imaginam como era difícil achar as imagens desse povo antigo!!), lugares, nós começavamos “a brincadeira” propriamente dita.  Interpretavamos todos os personagens de uma só vez e vendo pelo lado RPGístico da coisa, nós duas eramos as narradoras e as PC’s da história ao mesmo tempo! O resultado era horas e mais horas dos nossos dias fingindo ser os nosso ídolos mais queridos, frequentando os lugares que nós queriamos frequentar (geralmente era Liverpool, por causa dos quatro rapazes), bolando a história como nós queriamos que fosse e era diversão na certa!

Com o passar dos anos, nós ficamos mais velhinhas, nossa gama de celebridades foi aumentando e alguns foram descartados por mortes horripilantes (coitada da Brigitte…). Que eu me lembre, os Beatles nunca sairam do nosso hall de personagens, mas eles de crianças/adolescentes, passaram a ser pais dos nossos novos ídolos do momento: Kurt Cobain, Axel Rose, Sheryl Crow, Claudia Schiffer… Enfim, era muita imaginação pra duas cabecinhas que não tinham o que fazer! Imagina só John Lennon casado com a Cynthia Power (sempre odiei a Yoko Ono) sendo pai e Kurt Cobain, que namorava a Kristen Dunst (que ficou conhecida e adorada por nós duas depois do filme Entrevista com Vampiro). Mas não parava por ai não! Já imaginou Jimmy Page e Supla juntos? Poisé, eles eram melhores amigos na nossa história e tinha uma banda no colégio! Enfim, era um estrelato da fama nessa “brincadeira” da gente que só vendo, aliais, jogando! Acho que devido a isso, hoje todo os personagens que eu faço para os jogos tem histórias e rostos, não gosto de fazer personagem sem que eles tenham tido vida antes de começar as sessões, nem muito menos dar uma descrição boa e achar imagens para eles.

Quando eu comecei a jogar RPG de verdade, com regras, dados e tudo mais, eu percebi que o que eu “brincava” quando era mais nova, era um tipo de RPG também, pois tinha o mesmo raciocínio e objetivo: diversão sem limites!

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Resenha: Bleach Mangá e Anime
agosto 29, 2009, 4:10 am
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Há tempos que eu planejava um post pra falar sobre Bleach, o meu mangá/anime preferido de todos ever, mas eu nunca sabia como nem por onde começar e como eu tô muito sem tempo pra pesquisar outras coisas pra trazer pra cá, vamos falar sobre isso então! Pra quem não sabe, a história gira em torno de um colegial de 15 anos chamado Kurosaki Ichigo que vê espíritos e depois de um encontro bem mal sucedido com a Shinigami Kuchiki Rukia, onde ele “rouba” todos os poderes dela, acaba se tornando um “Deus da Morte” (Shinigami pra os japinhas). Depois do acontecido, Rukia não pode mais voltar para o seu mundo e obriga Ichigo a fazer o seu trabalho, já que agora ela não tem mais poderes pra combater contra os Hollows (são espíritos do lado negro da força) e nem purificar os Espiritos Plus (espíritos que ficam vagando aqui na terra), então fica presa aqui na terra e acaba indo morar no guarda-roupa do Ichigo.

Perceberam que eu só falei na Rukia né? É minha personagem preferida do anime, deu pra notar que eu adoro ela? Não? Pois eu ADORO a Rukia! Ela é braba, engraçada e linda, por isso ganhou o troféu de personagem preferida para todo o sempre em meu coraçãozinho!

Eu tenho um verdadeiro caso de amor e ódio com Bleach. Comecei assistindo o Anime pra depois ler o Mangá, e o que eu posso dizer sobre isso? Só pra variar um pouco, é claro que o Mangá é milhões de vezes melhor que o Anime. Mas porque o amor e ódio? Bem, deixa eu tentar explicar… A história pra mim é mais que fenomenal, os personagens são apaixonantes e interessantíssimos, os lugares são muito legais, mas como em todo anime/mangá, tem uma história de amor mal resolvida. No caso de Bleach, o nosso personagem principal, o Moranguinho (Um dos significados de Ichigo é morango, por isso o primeiro volume de Bleach é chamado de “A morte e o morango“) ahaza com coração de duas meninas: A Rukia (a shinigami que ele “roubou” os poderes) e a Orihime (uma de suas colegas de classe), só que fica num chove não molha durante todos os mais de 300 números de mangá e 200 e lá vai fumaça do anime… E isso cansa a minha beleza… E também, eu acho o anime muito cansativo porque tem MUITO filer (episódios que não vão nem vem pro desenrolar da história, só pra enxer linguiça mesmo, e geralmente eles são lançados quando o anime tá encostando no mangá).

Uma coisa que eu amo no anime são as batalhas, porque venhamos e convenhamos que arranca-rabo no papel não tem lá muita graça né? Outra coisa fantástica no Anime são as aberturas e os encerramentos, cada nova temporada parece que fica ainda melhor, tanto a animação quanto a trilha sonora. Ah, a trilha sonora! Eu tenho todas as músicas porque o tal de J-POP é muito bom e todas as músicas que tocam em Bleach são PERFEITAS!

Mas a história não é só isso não: O anime já vai pela 9º temporada e o mangá já está proximo dos 400 números, além de existirem já 3 filmes, 2 OVA’s, diversos jogos pra PlayStation, Nintendo Wii, PSP… Ufa, deu pra perceber que o negocio faz sucesso né?

Pra quem quer assitir e tem ANIMAX, o anime está na 3º temporada e passa aos domingos em três horários (2h, 7h e 15h), pra quem não tem, vamos recorrer a nossa venha interneta né? No site oficial brazuca de Bleach tem tudo, todos os números do mangá, todos os episódios dos animes, filmes, OVA’s e OST’s!

Depois do pulo eu falo e mostro mais um pouco dos personagens pra vocês!

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