DanaPeper's Blog


Resenha: Cinema de final de Semana (Up e Wall-E)
novembro 27, 2009, 12:01 am
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– Spoooooilers! Muitos spoileeeers!!! –

Eu acho que eu era o único ser humano do mundo que ainda não tinha visto Up – Altas Aventuras e Wall-E! Como esse fim de semana não teve a costumeira sessão de RPG (nem sábado e nem domingo, imaginem como estou seca pra jogar…), Dudu resolveu fazer uma maratona de cinema de final de semana, sem ir pro cinema! Começou com Paranormal Activity (que prometo falar em outro post!) no sábado, e no domingo optamos por algo mais light como 500 Days of Summer e o esse combo da Disney-Pixar!

Bem, pra começar, eu odeio a Disney, o único filme que eu sou apaixonada é a A Espada era a Lei. Então, no começo, fui super chata dizendo que não queria ver nada que a Disney tivesse metida no meio, mas quebrei a cara, é claro! Sorte minha que tenho um namorado que não me escuta, ele enfiou o DVD no PC e quando me dei conta, já tava me acabando de chorar com a historinha de Carl e Ellie!

Eu não tenho nem palavras pra explicar o quão bom Up é! Além do filme ser perfeito graficamente, a história é uma das mais lindas que eu já vi! O “conto de fadas” moderno fala sobre o casal Carl e Ellie que se uniram por causa do seu espirito aventureiro quando crianças, encontraram o amor na juventude e envelheceram lado a lado. As cenas deles do começo já é o suficiente pra vocês se debulharem em lagrimas, quer dizer, se vocês forem molengas que nem eu. Eu me acabei no filme inteiro… Mas cortanto o papo fiado de quanto eu chorei no filme, vamos ao que interessa, falar sobre o filme.

Ellie sempre teve um sonho, que era se mudar para o Paraíso das Cachoeiras, mas nunca foi concretizado, pois sempre havia algo mais importante pra comprar e eles sempre acabavam quebrando o vidrinho de moedas pra outras coisas. Mas Ellie acaba morrendo de velhice e Carl, que é um vendedor de balões, resolve concretizar o desejo de sua amada em levar a sua casa para o Paraíso das Cachoeiras. Como assim levar a casa? Simples, ele improvisa um dirigivel com milhares de balões de gás, que arranca a casinha do chão e leva ela para o destino tão apreciado por ele e a sua amada.

A premissa do filme é basicamente essa, eu não quero contar todo, se não perde a graça pra quem não viu! Mas tem muitos personagens legais, como o escoteiro Russell, que acompanha o velhinho Carl na aventura, sem saber nem pra onde está indo, e o cachorro Dug, que tem uma coleira que traduz o seu pensamento em fala! Super recomendado!!!

Eu comenti uma grande besteira, assisti primeiro Up pra depois ver Wall-E. Então, eu não posso dizer que eu adorei Wall-E… O filme é muito bem feito, a animação é digna de filme de Sci-Fi, mas a historinha, eu achei muito bobinha… Não prendia a minha atenção nenhum pouco, nem me fazia rir, nem nada… Mas não culpem o filme, culpem a mim que ficou abestalhada depois que acabou Up!

O filme conta a história de um Planeta Terra que ficou ficou inabitado depois que foi soterrado de lixo por nós humanos e uma grande corporação chamada BNL solucionou o problema, levando todos os habitantes da Terra para o espaço, onde tudo é automotizado e você não precisa mais nem andar, tem uma cadeirinha automatica que te leva pra onde você bem entender! E claro, nesse futuro somos todos gordos e nem sabemos andar, pois nunca precisamos! Mas aqui na terra ficou Wall-E, que é um robozinho que fica compactando o lixo, ele é a única maquina que sobrou aqui, todas as outras acabaram pifando com o tempo.

Wall-E é fascinado pela cultura humana e fica coletando todo tipo de troço que ele acha interessante. E em uma das suas andanças, ele acha uma plantinha, ele tira ela da terra, coloca dentro de uma bota e leva pra casa. É ai que a coisa começa, pois uma robô chamada EVA aparece aqui, procurando algum tipo de vegetação a mando da BNL. Wall-E se apaixona por EVA e acaba dando a plantinha pra ela, com esperança de que ela entrelasse os dedinhos dela com os dele (parte fofa do filme, o que me lembrou da minha personagem de EdP, Val, que entrelaçou os dedinhos com o futuro namorado na praia, cena linda, também pra outro post). Uma nave leva Eva de volta e Wall-E segue a amada para a nave mãe da BNL, onde acontece toda a trama da história.

O filme é legal sim, eu gostei, mas não me apaixonei como eu vi que várias pessoas adoraram… Recomendado também. Eu achei bom. E só. Sem “maises”.

Espero que tenham gostado das minhas resenhas de filmes do ano passado! Juro que vou procurar fazer a resenha de filmes mais novos, como Lua Nova (que vi na segunda), Paranormal Activity e 500 Days of Summer!



Resenha: Veronica Mars
outubro 27, 2009, 1:25 pm
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Eu sei, a série é de 2004 e não foi nenhuma grande campeã de audiência na época que passou, mas eu acho ela tããããão legal! Eu estava procurando os DVD’s pra entregar pra Thaty assistir e não resisti, estou vendo toda novamente! Minha wishlist de Natal tem o box das 3 temporadas de VMars nela, pode ter certeza! Mas estamos aqui pra falar da série né? Então vamos lá!

Veronica Mars parece ser uma simple série de adolescente no High School, cheia de conflitos e drama. Bem, não deixa de ser bem verdade que tem muito disso mesmo, mas o grande diferencial é a própria Veronica, que não é uma adolescente normal! Depois de que seu pai, o ex-xerife da pacata cidade de Neptune, acusou o homem mais poderoso da cidade de ter assassinado a sua própria filha, que por acaso também era a sua melhor amiga e cunhada, a família Mars foram massacrada pelos moradores de Neptune quando o verdadeira assassino foi encontrado e preso. VMars não perdeu somente a melhor amiga, perdeu o namorado, a mãe (que foi embora por não aguentar a pressão), os amigos… E de quebra, ela ainda é estuprada por alguém em uma festa dos 09ers (riquinhos da cidade) logo que  seu pai perde o posto de Xerife. Barra né?

Qualquer outra pessoa na situação dela, teria entrado em depressão profunda e se mantido no fundo de uma rede por um prolongado tempo, certo? Errado! VMars encontrou forças sei lá de onde e manteve a cabeça erguida, ajudando seu pai no novo negócio: Detetive particular. Mas não acaba por ai, além de ajudar seu pai na Mars Investigation, Veronica resolveu extender um puxadinho do escritório até o Neptune High, onde ela desvenda as mais variadas situações que acontecem com seus alunos e corpo docente, claro que por uns bons trocados (geralmente 50 doláres por dia + despesas)!

E assim se desenrolada milhares de história com a pequena e enfesada Veronica, interpretada pela Kristen Bell, que está perfeita no papel, diga-se de passagem! Tem muitos casos interessantes, que se eu fosse contar por aqui, eu passaria dias e mais dias postando pra vocês! No lugar disso, eu resolvi criar uma lista chamada “Os 5 motivos que você deve assistir V Mars” depois do pulo!

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Resenha: Morto até o Anoitecer

– Contém spoilers!!!!! –

Estava em ansias para terminar logo de ler o livro e fazer uma resenha aqui. E hoje, mesmo com os olhos fechando (já eram mais de 4h da madrugada)  eu consegui ler as ultimas 20 paginas que faltavam!

Pra quem não sabe, esse é o primeiro livro dos “Vampiros do Sul” da escritora americana Charlaine Harris que deu origem ao sériado mais querido do momento: True Blood. Conta pelo ponto de vista da protagonista, Sookie Stackhouse – uma garçonete telepata, como é se relacionar com um Vampiro, Bill Compton, de mais de 100 anos de idade.

Mas tirando o romance apimentadíssimo (pra quem vê a série, sabe do que eu estou falando) de Sookie e Bill, o livro também retrata como fica a vida de americanos caipiras-sulistas  (também conhecidos como “rednecks”) de um cidade chamada Bon Temps quando descobrem que nesse mundo existem vampiros e eles decidem “sair dos caixões“, vivendo no meio de humanos normais, quer dizer, tentando viver, ou melhor, não vivendo, já que eles são criaturas que não respiram e não tem batimentos cardiacos.

Depois do aparecimento de Vampiro Bill, começa a acontencer uma onda de assassinatos em série contra “Vampirólogas” (mulheres que gostavam de transar com vampiros, por eles serem mais hot na cama do que os homens normais, e é claro, rolando aquela mordidinha de leve no pescocinho) e logo o xerife e o detetive da cidade desconfiam do vampiro recém chegado. Porém, Sookie que levava uma vida pacata (excluindo o fato dela ler mentes alheias) até o aparecimento do Vampiro Bill, com quem começa a ter uma amizade, logo rumando pra um namoro, não acredita no que os outros falam do seu vampirão e vai investigar esses assassinatos, mas mal sabe ela que é a proxima vítima.

Agora, é claro que vamos dar aquela comparadinha básica do livro com a série, né? O livro é todo escrito em primeira pessoa, tudo do ponto de vista de Sookie, o que é até legal, já que a Sookie do livro é muito mais interessante do que a da série, porém, no livro não tem muitos dos personagens que existe na série (alô, cadê a Tara? Cadê a Jessica?)  e  na série também tem alguns personagens que não existem no livro (Alô True Blood, ficou difícil achar um sósia do Elvis Presley pra fazer o Bubba?). E pra fechar, as cenas mais legais do seriado, com Jason (irmão da Sookie) é claro, não existe no livro.

Eu ainda não consegui decidir do que eu gostei mais, se foi do livro ou da primeira temporada de True Blood (o primeiro livro corresponde a primeira temporada). Os dois tem seus altos e baixos, mas no geral eu acho que cada um é bom ao seu modo. Talvez eu goste mais da série porque eu fico vendo aquele mar de homens lindos em cada take… * Suspiros intensos ao se lembrar de Eric*

Como eu adoro história com vampiros, indo de Anne Rice até a saga crepuscular de Steph Meyer, as Crônicas de Sookie Stackhouse foi uma super boa pedida pra mim. Mas eu confesso que se a pessoa estiver esperando ver/ler histórias de terror pra arrepiar todos os cabelinhos do braço, não leia nem assista a série, fiquem nos filmes de 80tistas de Drácula, nos cenários do RPG Vampiro, a máscara, e nas histórias de Anne Rice. Em True Blood/Vampiros do Sul não tem muito disso, você chaga muito mais a rir do que sentir medo, mas é muito interessante. Eu super recomendo!

Agora eu vou começar a ler o segundo livro da série, Vivendo Morto em Dallas, que é equivalente a segunda temporada de True Blood e assim que eu terminar de ler, esperem uma nova resenha por aqui!



Resenha: Bleach Mangá e Anime
agosto 29, 2009, 4:10 am
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Há tempos que eu planejava um post pra falar sobre Bleach, o meu mangá/anime preferido de todos ever, mas eu nunca sabia como nem por onde começar e como eu tô muito sem tempo pra pesquisar outras coisas pra trazer pra cá, vamos falar sobre isso então! Pra quem não sabe, a história gira em torno de um colegial de 15 anos chamado Kurosaki Ichigo que vê espíritos e depois de um encontro bem mal sucedido com a Shinigami Kuchiki Rukia, onde ele “rouba” todos os poderes dela, acaba se tornando um “Deus da Morte” (Shinigami pra os japinhas). Depois do acontecido, Rukia não pode mais voltar para o seu mundo e obriga Ichigo a fazer o seu trabalho, já que agora ela não tem mais poderes pra combater contra os Hollows (são espíritos do lado negro da força) e nem purificar os Espiritos Plus (espíritos que ficam vagando aqui na terra), então fica presa aqui na terra e acaba indo morar no guarda-roupa do Ichigo.

Perceberam que eu só falei na Rukia né? É minha personagem preferida do anime, deu pra notar que eu adoro ela? Não? Pois eu ADORO a Rukia! Ela é braba, engraçada e linda, por isso ganhou o troféu de personagem preferida para todo o sempre em meu coraçãozinho!

Eu tenho um verdadeiro caso de amor e ódio com Bleach. Comecei assistindo o Anime pra depois ler o Mangá, e o que eu posso dizer sobre isso? Só pra variar um pouco, é claro que o Mangá é milhões de vezes melhor que o Anime. Mas porque o amor e ódio? Bem, deixa eu tentar explicar… A história pra mim é mais que fenomenal, os personagens são apaixonantes e interessantíssimos, os lugares são muito legais, mas como em todo anime/mangá, tem uma história de amor mal resolvida. No caso de Bleach, o nosso personagem principal, o Moranguinho (Um dos significados de Ichigo é morango, por isso o primeiro volume de Bleach é chamado de “A morte e o morango“) ahaza com coração de duas meninas: A Rukia (a shinigami que ele “roubou” os poderes) e a Orihime (uma de suas colegas de classe), só que fica num chove não molha durante todos os mais de 300 números de mangá e 200 e lá vai fumaça do anime… E isso cansa a minha beleza… E também, eu acho o anime muito cansativo porque tem MUITO filer (episódios que não vão nem vem pro desenrolar da história, só pra enxer linguiça mesmo, e geralmente eles são lançados quando o anime tá encostando no mangá).

Uma coisa que eu amo no anime são as batalhas, porque venhamos e convenhamos que arranca-rabo no papel não tem lá muita graça né? Outra coisa fantástica no Anime são as aberturas e os encerramentos, cada nova temporada parece que fica ainda melhor, tanto a animação quanto a trilha sonora. Ah, a trilha sonora! Eu tenho todas as músicas porque o tal de J-POP é muito bom e todas as músicas que tocam em Bleach são PERFEITAS!

Mas a história não é só isso não: O anime já vai pela 9º temporada e o mangá já está proximo dos 400 números, além de existirem já 3 filmes, 2 OVA’s, diversos jogos pra PlayStation, Nintendo Wii, PSP… Ufa, deu pra perceber que o negocio faz sucesso né?

Pra quem quer assitir e tem ANIMAX, o anime está na 3º temporada e passa aos domingos em três horários (2h, 7h e 15h), pra quem não tem, vamos recorrer a nossa venha interneta né? No site oficial brazuca de Bleach tem tudo, todos os números do mangá, todos os episódios dos animes, filmes, OVA’s e OST’s!

Depois do pulo eu falo e mostro mais um pouco dos personagens pra vocês!

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Initial D Anime x Initial D Filme
agosto 13, 2009, 3:16 am
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Deu pra notar que eu estou numa Vibe Street Race geral né? Project Torque, Initial D… Mas tudo é por causa de EdP (Estrada da Perdição) que Dudu está narrando aos domingos, mas isso é história pra outro post… Anyway… Eu sei que quando fazem um filme de um livro/anime/série a probabilidade de ser bom é quase nula, mas eu andava mal acostumada com ótimas adaptações (vide a saga Crepuscular da Stephy Meyer [íííííntimaaaa] que eu acredito que o segundo filme vai ser mais bombastico ainda do que o primeiro) na telona e resolvi baixar o filme da minha mais nova paixonite que é Initial D. Pois bem, foram quase três dias de espera (obrigada Cabo Telecom) porque eu só achei o filme em alta definição e logicamente eu estava muito ansiosa pra acabar logo e assistir. Sonho meu achando que o filme prestava…

Assim, a fotografia é absolutamente fantastica. Eu não sei onde diabos eles arrumaram tanto lugar lindo naquele Japão pra filmar tantas tomadas perfeitas!  E sim, as tomadas são exatamente iguais no anime! Isso me deixou de cabelo em pé! Outra coisa que me deixou embasbacada no filme: os carros, lógico! São cópias fiéis dos carros do anime! E segundo o Edupédia os carros foram fabricados exclusivamente pro filme, já que a maioria já tinham saido de linha, a Toyota fabricou 5 AE-86 exclusivamente pro filme, já que os achados não estavam em condição pra serem usados, ou seja, rolou muita graninha da Media Asia Group ai!

Agora o equivalente a história de Initial D, pra mim, eles se ferraram quando tentaram adaptar. Os personagens não são nenhum pouco parecidos com os do anime, salve o Itsuki, melhor amigo do Takumi, pra mim nenhum é bem fiel ao anime. Fizeram do pai do Takumi um bêbado idiota, coisa que o Bunta Fujiwara não é. A Mogi, par rumantico do Takumi, é bem sem sal, se bem que ela no anime é do mesmo jeito… Então, nota 7 pra ela! Não tem o líder dos Akina SpeedStars (ou Ispiduistar, como eu gosto de chamar!), o Iketani, o líder é o próprio Itsuki, mô doido! Outra coisa, cade os irmãos soooo sexy Takahashi? Só tem o Ryosuke? Que por sinal… Que chinesinho lindo era aquele que colocaram pra interpretar ele? Uy, babei!

Uma coisa que também me deu agunia do começo até o fim do filme. A lingua chinesa! Eu assisto muito anime, por isso me acostumei com as palavrinhas em japonês, até escuto umas coisas e sei o significado (“niguero” = não vai escapar – O que Rukia mais fala em Bleach!), mas em chinês… Oh god

É claro que a história é mil vezes mais legal do que os Fast & Furious da vida, mas em comparação ao anime no quesito história, deixou a desejar. Eu ainda não terminei de ver as 4 temporadas do anime, mas o pouco que vi me apaixonei pela saga do Fujiwara Takumi em seu Toyota Trueno GT-APEX! Eu recomendo demais o anime (pra quem gosta, claro…), já o filme…



Project Torque
agosto 9, 2009, 4:00 pm
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project_torque

Lembram que eu falei no primeiro post decente do blog que eu tinha adquirido um novo vício mais “saudável” do que compras na internet? Pois bem, meu novo vício é esse MMORPG (uma mistura de jogo de corrida com RPG online) que praticamente  jogo todos os dias, até quando eu não posso e estou cheia de coisas pra fazer! O culpado do vício? Adivinhem… Vou só dizer a primeira letra do nome dele e vocês adivinham o resto: EDUARDO!

Mas voltando a falar do que interessa, o jogo, ele é “gratuito” e os graficos são simplismente fuderosos! Eu babo (e bato, não que isso seja impossivel de acontecer) no meio das corridas vendo os cenários perfeitos que ele tem! Mas por ele ser “di grátis” não vá achando que é só instalar e e ir entrando numa sala pra jogar não, tem que pegar um pouco de experiencia pra as salas irem abrindo com o tempo e fora que quando você chega numa sala com os patolas, rola aquela humilhaçãozinha básica deles fazerem 3 milhões de pontos no Drift e você não conseguir sair dos 15 mil (fato verídico! mas hoje eu já chego na casa dos 700 mil…)! Como em todo jogo de corridas além de ter vários modelitos hiper legais de carros pra escolher e comprar, você pode aumentar o desempenho dele, ou seja, fazer aquele tunning bacana pra ele melhorar a aceleração, tração, transmissão, etc, e também o bom e velho “xunning” onde você deixa o carro esteticamente mais bonitinho colocando um aerofólio,  saia lateral, uns rodão dourado pro seu carango ahazar nas pistas!

Pontos negativos: Tem muita coisa dentro do jogo que você só compra com AP (aeria points), que é nada mais nada menos do que cash real e verdinho! Então tem muitos carros (o Trueno do Takumi de Initial D é um deles, que é meu sonho de consumo dentro do jogo), regulagens, girls (lê-se raparigas de posto) e miscelânias para melhorar o seu ganho de pontos só podem ser comprados com dinda de verdade, por isso que quando eu falo “gratuito” eu coloco as aspas! Algumas missões do modo de história são extremamente difíceis de se passar! Você tem três niveis de dificuldade quando destrava a missão, que é a bronze, prata e ouro e em algumas é quase impossivel de se passar no bronze, quanto mais no ouro!

Meu desempenho no jogo? Bem, começou pebamente, devo admitir! Eu sou super péssima e não tenho coordenação motora pra acelerar e freiar ao mesmo tempo! Mas com o tempo eu comecei pegando o jeito da coisa e bem, no arcade e simulação atualmente eu consigo chegar em 4º lugar em salas com carros iguais aos meus (são 8 numa sala) e no drift, huummm… Se eu tiver jogando com Eduardo ele me fumaça e me deixa la pra traz perdendo todos os pontos de ranking e de seleção (egoísta, hunft!) e se eu não pegar uma sala que só tenham os “café-pequeno” com os carros hiper caros preparados pra drift, eu ja consegui chegar em segundo! Tem um tipo de corrida que é muito legal e eu adoro, particularmente, que é o explore, onde você vai pegando umas bolinhas coloridas e juntando pontos. É uma versão “Sonic” de Street Race pra ilustrar melhor! Os outros mods (que são arrancada, “capture a bandeira” e kart) eu não jogo muito, então não da nem pra falar ou criticar!

Quer baixar e testar? Entra aqui!

No mas, é um ótimo jogo pra quem gosta de carros e corridas. Eu tiro por mim, que sou absolutamente uma NEGAÇÃO atras das letrinhas A e Z e as setinhas de direita e esquerda do teclado me viciei completamente nesse negocio. Por falar em vício, eu vou indo porque eu tenho umas 40RP pra ganhar e comprar meu Phoenix!!!



Resenha: 10 things I hate about you (série)
agosto 7, 2009, 4:48 pm
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serieposter

O Dudu (o namorado que disse que eu não falei que eu era namorado dele nenhuma vez nesse blog, como se precisasse…) sempre caça séries que talvez eu ache interessante e comédia escrachada + romance é garantia na certa que eu vou adora. Se bem que de um tempo pra cá eu não era muito rômantica, mas infelismente  (ou felizmente, ainda sou indecisa com isso) a Stephanie Meyer e sua série Crepúscular me fez adorar romance mamão com açucar… (ay, ay… suspiro só de pensar…) Anyway, a série é nova e como o nosso mercado de série anda de mal a pior, eu duvido bem que ela continue no ar por mais do que umas duas temporadas.

Mas falando da história, é uma comédia com uma pitada no romantismo e super clichê, não parece muito com o filme, pelo menos não até agora, tirando o nome dos personagens, e eu particularmente, tô gostando mais do que do filme. A série tem uma coisa meio anos 80 que me faz gostar ainda mais! E o Patrick Verona da série… Uy… Morto de lindo! Logico que não chega na sola do chinelo do queridinho Heath Ledger, mas é uma versão bem 80’s de bad boy, do jeito que se veste até as atitudes bem clichê do mocinho. A personagem principal, a Kat, diferente do filme, não me dá sono! Ela é a fotógrafa do Yearbook do colégio e é soooo meeeeeeeeeeaaaan! Adoro as tiradas dela em todos os episódios e tô doida que ela se agarre logo com o Verona! Pra quem joga/jogou EdP (Estrada da Perdição – RPG que o Dudu mestra pra mim e Yuri e mestrava pro finado Gabra), vai notar a similaridade entre ela e a Judite! Braba que nem um siri na lata! A Bianca é aquela chatisse de sempre querendo ser popular, mas a atriz é bem carismática e dá ate uma pitada de interesse na saga “I want to be soooooo popular” dela. O pai ginecologista delas rouba cena toda vez com a loucura de que as filhas são pequenas flores e o mundo vão devorar ela como uma samambaia carnívora! Adoro elas chagando em casa depois da hora e ele fazendo elas usar o bafômetro ou fazer exame de urina pra saber se nenhuma usou drogas! Cameron é um fofo, como sempre, apesar de ser bem abestalhado, mas eu gosto dele!

No mais, pela terceira vez, eu gostei bastante da série e sinceramente espero que dure! Tem tanta série chata por ai que está lá pela 10º temporada… Bem, meu lado “rumantico” e de quem adora uma boa comédia clichê torce por ela!

Depois do pulo, tem foto dos personagens!

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